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CANTICOS

Quando em meu peito nasce a dor, clamo ao Senhor que envia em meu socorro o consolador.

Ele me abre os olhos e ouvidos e me leva a entoar cânticos de louvor ao meu salvador.

Ao grande Eu sou, ao Rei dos Reis declaro todo meu amor.

 

Autoria: Fernanda Navakoski (FéFê)

EXULTAREI

Como seria fechar os olhos e não mais abri-los?

Sentiria o coração vazio e os momentos seriam sombrios?

A luz insistiria não clarear e a dores em não passar?

Muitas vezes nem precisamos nos esforçar em imaginar como seria, porque qualquer vida sem alegria, já nos faz saber.

Mas mesmo “que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide, ainda que decepcione o produto da oliveira, e os campos não produzam mantimento, ainda que as ovelhas da malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja gado”, contudo saibamos que ainda assim é possível encontrar “alegria no SENHOR, exultar no Deus da salvação, que é o Deus de nossas forças, e que fará nossos pés como os das cervas, e andar sobre as alturas”. (Hc 3:17-19).

 

Autoria: Fernanda Navakoski (FéFê)

PROJEÇÃO

O que fazer quando não conseguimos projetar em palavras ou ações os sentimentos que afloram em nossa alma? E sentimos crescer na garganta aquele nó, e no peito aquele vazio que "aperta" o coração dando a sensação que vai fazê-lo explodir?!

Há momentos em que estamos como que anestesiados diante dos acontecimentos, que nos vemos apáticos diante das situações, e que seguimos sem distinguir tristeza de felicidade, e questionamos se tudo que aconteceu foi melhor que acontecesse assim mesmo ou seria melhor se houvesse sido de outra forma...

Neste instante, nos resta silenciar os lábios, mas deixar nossa alma falar ao Senhor, pois embora apareçam dificuldades e tristezas no decorrer de nossa jornada, devemos confiar Nele que prometeu que estaria conosco todos os dias, até a consumação dos séculos (Mt 28:20), e porque Ele é Fiel, mesmo que céus e terras passem Suas palavras não passarão (Lc 21:33).

 

Autoria: Fernanda Navakoski (FéFê)

MUDANÇAS

O ser humano inseguro tem medo de mudar, espalha dúvidas por todos os lados, cantos e lugares, e adia mudanças imprescindíveis para melhorar sua vida e o convívio social.

Mas no coração daquele que abre espaço para Deus agir a dúvida não opera, e este é convicto de que a verdadeira vida só é possível através da aceitação da obra da cruz que Jesus suportou por amor a nós.

 

Autoria: Fernanda Navakoski (FéFê)

TRANSITIVO III

Muitas vezes me senti só, mesmo estando entre milhares de pessoas, pois desejava apenas uma, a qual não me queria.

Naquele dia, em seu olhar contemplei imensa angústia, enquanto me dizia que mesmo havendo amor, não era suficiente para prosseguirmos.

De forma medonha, a angústia passou não ser exclusividade sua, e o amor que outrora fora sentido de minha vida, agora literalmente me dizia adeus.

Saudades, eu sabia que sentiria, nas noites vazias viriam, e que as lágrimas em minha face rolariam, mas também, que deveria prosseguir, e mesmo sem você, viver, pois não há quem possa seguir em frente, olhando para trás a todo instante. Diante disso, decidi viver o presente, de forma que no futuro, eu pudesse vir a ler uma grande obra do passado.

Mas, você é quem não sabia que o tempo passaria, e que novamente você me procuraria.

Hoje vejo em seu semblante grande tristeza, a mesma que um dia senti, agora vejo doer em você, que tarde percebeu que meu amor por ti morreu.

Com o coração condoído, apenas peço, sem culpas ou medo, que não mais me procure, sou o passado, viva o presente, não me inclua no seu futuro.

 

Autoria: Fernanda Navakoski (FéFê)

TRANSITIVO II

Tudo parou em nossa volta quando você dizia não ser o que eu merecia.

Não sei por que me abandonou, foi embora e o porquê não explicou.

Embora eu o quisesse a cada momento, você apenas tentava de um modo, quase infantil, dizer que não me amava mais.

Meu coração, meus sentimentos, tudo se confundiu.

Chorei, argumentei, mas tudo que fiz foi inútil, de nada valeram minhas lágrimas, você não cedeu as minhas súplicas e partiu.

Distante do meu toque foi impossível trazer-te pra perto, e a cada dia, esvaiam se as esperanças, que já se baseavam apenas em doces lembranças.

Mas eu continuava a desejar-te, e esperava-te sempre muito ansiosa, olhando o relógio a fim de que as horas passassem depressa, para que logo eu pudesse te ver, não somente em meus sonhos.

E assim passavam as semanas, os meses, e nada de recados, nem cartas, e por isso, toda tarde, eu acumulava mais dúvidas sobre você! 

Até que me ocorreu, que tudo que eu fazia era inútil, e que tu havias esquecido de mim, como se eu nunca houvesse importado a você. E pensei que se tu, verdadeiramente houvesse me amado, poderíamos ter sido muito felizes, todavia que eu não mais deveria ser egoísta para contigo, e que deveria aceitar o destino conforme havia me sido designado.

Mas de repente, você voltou, e novamente me procurou, alegando querer mais uma vez tentar, mas a verdade é que cansei de esperar você voltar.

 

Autoria: Fernanda Navakoski (FéFê)

TRANSITIVO I

Quando não sentires meus olhos sobre você é porque já deixei de te amar, aproveite enquanto ainda estou a te olhar, mas saiba que se um dia meu coração te esquecer é porque a muito deixei de te ver.

 

Autoria: Fernanda Navakoski (FéFê)

RESISTA

O diabo nosso adversário, anda em nosso derredor como leão que ruge, procurando a quem possa devorar (1ªPe 5:8), e sobre nós lança setas e dardos inflamados, a fim de nos atingir para nos afastar de Deus. Portanto quando pensamentos ímpios, que não agradam ao Senhor e não edificam nossas vidas vem nos perturbar, devemos lançar fora, resistir ao diabo e suas investidas e assim, ele fugirá de nós (Tg 4:7).

 

Autoria: Fernanda Navakoski (FéFê)

FILME DE GUERRA

Vejo como se fosse num filme. Os holofotes estão apontados para um cenário de fome, miséria, e horror, onde o tempo não se detém, e os sinais do fim já se mostram cada vez.

Essa geração tem sido expectadora de um roteiro repleto de luxuria, engano, traição, e mentiras.

Os “homens” estão muito ocupados consigo mesmo, e não têm se importado com os outros, pois neste longa-metragem, o “vilão” é o desamor.

Mas ainda que tudo isso aconteça, sejamos nós, os guerreiros que lutam até o fim, para que o bem prevaleça sobre o mal.

 

  Autoria: Fernanda Navakoski (FéFê)

AMADO MEU

Em seu olhar encontrei paz, em seu sorriso o jeito amigo.

Sua imagem não sai do meu pensamento.

Anseio por ti em todo momento.

Inundas meu ser com o seu, e faz minha alma transbordar de alegria, amado meu.

 

  Autoria: Fernanda Navakoski (FéFê)

SEM EXPLICAÇÃO

Sentimentos que não explico.

Dúvidas que me incomodam.

Dores com aroma de flores.

Paixão pelas cores.

Alma dilacerada, peito amargurado, sente tudo sem saber de nada.

Amo o desconhecido ao mesmo tempo em que o temo.

Luto pelo que vivo, vivo pelo que sou.

E o que tenho, e o que eu sou?

Para onde seguiram os sonhos e contos que eu queria viver?

O que se quebrou dentro de mim?

Onde está a beleza que sempre vi no futuro?

O futuro mudou? Ou sou eu quem não acredito mais que ele exista?

Estou confusa, não sei dizer o que me incomoda neste momento.

Sei que algo me faz triste, mas não consigo perceber o que pode ser.

Seriam tantas, ou algumas coisas, mas definitivamente não sei o que é.

 

Autoria: Fernanda Navakoski (FéFê)

TUA PRESENÇA!

Estradas que não percorri.

Lugares por onde nunca andei.

Pessoas que não conheci.

Por onde passei, não sei se passei.

Por onde corri não sei se corri.

Meus dias eram apenas um amontoado de horas.

Mas um dia encontrei Jesus, desde então Tua presença enche minha vida de alegria.

 

Autoria: Fernanda Navakoski (FéFê)

PALAVRAS

Palavras são armas freqüentemente usadas.

Em conquistas soam belas e inocentes, enquanto em uma discussão são amargas como fel.

Sábio é quem pensa no que vai dizer e não sai por aí jogando palavras ao léu.

Autoria: Fernanda Navakoski (FéFê)

BENÇÃOS

Aprendi que se cada vez que olhar o passado me puser a chorar, nunca viverei o presente, e as dádivas que o Senhor me deu, como as mãos que ganhei para cumprimentar meus irmãos, ouvidos para ouvir sua voz, olhos para enxergar o brilho da verdade, boca para pedir perdão. Perdão que hoje peço por tantas falhas, por tanta coisa que não deveria ter feito e fiz, e tantas outras coisas que não deveria ter feito, mas fiz.

Rogo, Senhor, por um novo coração, que busca por ti e anseia caminhar contigo de mãos dadas, e que em todo momento possa reconhecer Sua doce voz e a verdade que Seus olhos trazem.

 

Autoria: Fernanda Navakoski (FéFê)

 

O GRANDE DIA

Deus não é limitado a nós, mas para nós os limites do Senhor são bênçãos, e consistem em deixarmos de ver, ouvir ou fazer as coisas que desagradam a Ele. Portanto se Deus disser que é bom que não vejamos além de determinado monte, saibamos que temos livre arbítrio para fazermos o que julgamos melhor, mas também que chegará o dia em que teremos de prestar contas sobre tudo àquilo que fizemos ou deixamos de fazer (1CO 6:12A), e que o desobediente de coração não verá a glória de Deus, pois “quem com o Senhor não juntou, espalhou” (LC 11:23), e por isso serão apartados do Pai, queimarão no inferno, não da carne, mas do espírito.

O único “limite” ao qual não devemos nos prender são as amarras de Satanás, que nos impede de fazer aquilo que Deus determinou: Ir pelo mundo, pregando o Evangelho a toda criatura (MC 16:15).

Diante disso, nós que somos privilegiados por reconhecer que sem Deus a vida não é possível, e por conhecermos a Cristo, temos de nos doar e ao próximo ajudar.

Deus espera isso de nós, pois de que adianta ter um coração e não usá-lo, ter misericórdia e não ser misericordioso?

O Senhor nos entregou dons a serem usados, descubramos cada qual o seu e os usemos de acordo com a vontade celestial, para que no dia da prestação de contas possamos descansar na paz no Espírito Santo.

 

Autoria: Fernanda Navakoski (FéFê)

REFÚGIO

Às vezes me dá vontade de escrever, pego um papel e faço um monte de garranchos, que um dia irei reler, e gostar ou não.

Não sei como explicar meus sentimentos, nem ao menos consigo traduzir tudo em uma folha de papel, mas ao menos tento.

E assim escrevo, sem muito raciocinar, talvez sem sentido, mas sem parar, colocando no papel o que nem eu imaginava pensar, frases que nunca havia cogitado falar.

De frente com a realidade percebo que escrevo mais do que simples palavras e posso compreender o porquê das letras...: Por amor, por sofrer, por refúgio, por amar....

 

Autoria: Fernanda Navakoski (FéFê)

DOCE LEMBRANÇA

Doce lembrança me traz o vento, é seu riso não me sai do pensamento.

No luar recordo o teu olhar, e escondido entre as rosas sinto seu perfume exalar.

Neste momento a distancia grita, querendo se fazer notar, mas embora distante dos meus olhos e do meu toque, mui suave sinto sua presença.

Mais acelerado sinto meu coração bater, como se suas batidas pudessem adiantar o tempo, mas este é "dono" de si mesmo e não obedece aos meus comandos.

Resta agora, à minha alma, aguardar o esvair das horas e vislumbrar o momento de lhe reencontrar.

 

Autoria: Fernanda Navakoski (FéFê)

ALMA ESTILHAÇADA

Meu coração dói, somente tenho vontade de chorar.

Sei que me amas, e que embora estejas longe, prometeu voltar.

Sei que a distância que existe, prevalecerá por curto espaço de tempo, mas também sei que para mim alguns dias serão como a eternidade.

Às vezes sinto que meu coração vai se partir, e minha alma estilhaçar.

Quero correr, gritar, fazer qualquer coisa para tirar de meu peito esta dor que sinto por saber que estarei longe de ti por algum tempo.

Tento me iludir pensando, apenas alguns dias, logo vão passar, mas meu esforço é em vão, pois meu coração dói mais forte dizendo que longe de ti os minutos vão parecer horas e que as horas vão parecer nunca ter fim.

Não sei o que estás sentindo agora, mas independente disso, neste momento em que algo me sufoca, decidi me declarar.

Quem sabe assim, descrevendo toda a dor deste instante, afirmando mais uma vez o quanto o amo, eu possa esquecer as horas e estas tenham compaixão de mim e passem o mais rápido possível.

 

Autoria: Fernanda Navakoski (FéFê)

LÁGRIMAS

Em seu olhar choroso, havia um labirinto, onde eu procurava respostas, mas não encontrava.

Enquanto suas lágrimas rolavam, passavam por cima de minha autoridade, do meu orgulho e desciam entre os meus dedos, eu tentava te consolar, nas curvas de minhas mãos sobre sua face.

Naquele instante, sentimos um vento passar, e levar embora todas nossas mágoas, pudemos então encontrar a paz.

 

            Autoria: Fernanda Navakoski (FéFê)

SINAIS

O tempo passa, e em nossa face começam aparecer os sinais da experiência.

E por tudo que passamos, até mesmo pelas “perdas” devemos dar graças, afinal em cada situação podemos aprender uma lição que pode ser passada de geração a geração.

 

Autoria: Fernanda Navakoski (FéFê)

 

LUTAS E ACASOS

As lutas e os acasos batem à minha porta, tenho de vencê-los, mas me escondo...

Num ímpeto digo a mim mesma: onde se encontra minha coragem? Tenho de lutar!

Mas fico sem respostas, pois saio correndo e adio as batalhas que poderia ganhar.

E assim vou seguindo, fingindo que não vejo, fingindo que não sinto, fingindo que vivo.

 

Autoria: Fernanda Navakoski (FéFê)

JORNADA

Ao me deparar com situações e perdas difíceis (Jo 16.33), me “afastei” de Deus.

Iniciei uma jornada triste e entreguei-me à solidão, segui caminhos desconhecidos, onde longe de tudo, sentia falta do brilho do sol, das cores da tarde e das pessoas ao me redor.

Seguia esquecido de quem era (Gn 1:26-27 / Jo 1:12 / Gl 3:26 / Rm 8:37) e sem saber o que ser, acumulava dúvidas que não podia responder.

Andei por veredas tortuosas, e já não mais conhecia a paz (Is 59:8), minha alma se encontrava cheia de angústia, e minha vida se aproximava da sepultura (Sl 88:1-3), então caí em mim, me lembrei que a mão do Senhor não estava encolhida para que não pudesse me alcançar, nem Seus ouvidos agravados para que não pudesse me ouvir (Is 59:1).

Embora naquele momento minhas iniqüidades fizessem separação entre mim e Deus (Is 59:2), decidi retornar aos braços do Pai, e ao Deus da minha salvação, declarei meu pecado, e clamei por perdão (Lc 15:10-32).

Diante disso, Ele me estendeu a mão, e mostrou-me o caminho da paz (Jo 14).

Então meus ouvidos passaram ouvir tons que outrora não ouvia, em meus olhos começaram brotar lágrimas por agora ver o que antes não queria, e o amor que com freqüência insistia, e a minha porta batia (Ap 3:20), começou me inundar e ensinar do caminho mal desviar.

 

            Autoria: Fernanda Navakoski (FéFê)

SILÊNCIO

Um homem não se faz pelo exterior, contudo pelo que habita em seu coração.

Tudo que se passa de verdadeiro, na vida de um homem, transparece na simplicidade do olhar, onde o silêncio belo e inocente faz nosso coração falar ao Senhor.

Por isso é triste quando percebemos que existe um vazio em nosso coração, e que temos enxergado a vida sem cores, sem formas, sem beleza. Imagine nesta hora, quão triste é para O criador do universo, ver que não entendemos a beleza das cores e formas que fez com todo amor, para nos alegrar diariamente.

Está na hora de pararmos para contemplar os detalhes da natureza e enxergar que a vida do nosso Deus habita nas cores e formas do universo.

Devemos aprender silenciar as coisas do homem para declararmos as coisas de Deus, pois só assim poderemos perceber de fato que palavras são desnecessárias, e que na verdade não teríamos tantas.

Quando isso acontecer poderemos contemplar, através do silêncio dos lábios, o mais belo e inocente calar dos homens, a face de Deus.

 

Autoria: Fernanda Navakoski (FéFê)

ENTREGUE AO SENHOR

Muitas vezes não entendemos nossos próprios sentimentos.

Confundimos amor com carinho, amizade com amor, ternura com carisma.

O ser humano é assim mesmo, todo complicado, e fica tentando entender o que seria melhor se não entendesse.

Muitas vezes em nossa vida não colocamos em oração o que sentimos ou pensamos, mas inútil é tentar ocultar qualquer coisa do Senhor, pois Ele nos sonda e nos conhece (Sl 139-1), e no seu livro foram escritos todos nossos dias, cada um deles escrito e determinado quando nenhum deles havia ainda (Sl 139-16).

Não devemos nos esquecer que “o coração do homem, que ama a Deus, traça seu caminho, mas que é o Senhor quem lhes dirige os passos” (Pv 16:9), e que “do homem as preparações do coração, mas que vem do Senhor a resposta da boca” (Pv 16:1).

Portanto “Confie no Senhor, entrega teu caminho a Ele e o mais Ele fará” (Sl 37:5).

 

Autoria: Fernanda Navakoski (FéFê)

VERDADES E MENTIRAS

Na era da comunicação, há burburinhos que ninguém acredita em mais ninguém, todavia é sabido que nós, seres humanos, buscamos incessantemente a aceitação alheia, e quando este desejo se torna necessidade, acabamos por ficar reféns das situações, e facilmente somos convencidos das mentiras dos outros, e das nossas próprias.

Para alcançar o que se deseja, são lançadas ao interlocutor mentiras, que de tão convincentes se tornam verdades, pelo menos para quem as conta. E justamente por isso, damos “crédito” ao “mentiroso”, pois ele passa tal confiança que, em suas mentiras acreditamos, sem muito questionar, parar para pensar, “analisar” aos contextos, as entrelinhas, coisas que deveríamos fazer, para só depois passar a confiar.

Pessoas mentem para nós, já mentimos às pessoas, mas este ciclo vicioso tem nos feito adoecer, e pouco a pouco esta doença nos conduz à morte, talvez não do corpo, mas da alma.

Tão sórdida quanto a mentira deslavada, é a meia verdade floreada.

Tão triste quanto saber que alguém não te ama, é saber que este alguém te mentiu dizendo que sim, quando não...  

Tão frustrante quanto não ser promovido, são as falsas promessas de promoção...

Mas muito pior é o lago de enxofre que arde, onde haverá choro e ranges de dentes dos mentirosos e daqueles que transgrediram as leis de Deus.

Portanto devemos fazer uma auto-avaliação e lembrar de não fazer aos outros, aquilo que não queremos para nós.

Não devemos fingir ser quem não somos, pois de nada vale viver uma vida que não é nossa, nem tão somente ser um personagem qualquer criado para atender aos desejos alheios, afinal não há quem almeje viver ao lado de um mentiroso.

 

  Autoria: Fernanda Navakoski (FéFê)

 

Fernanda Navakoski

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Obrigada!!!
Bjs e Bjokas
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